segunda-feira, 4 de junho de 2012


Por Dom Alberto Taveira,
Arcebispo de Belém/PA
Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL
Com muita frequência nos deparamos com os resultados de pesquisas destinadas a compor estatísticas que avaliam as tendências de nosso tempo, nas diversas áreas da vida. Trata-se de uma atividade inteligente, com metodologia precisa, cada vez mais apurada. Durante a semana que passou, já estavam à disposição levantamentos a respeito do que os eleitores levarão em conta nas próximas eleições municipais. Os comerciantes estão sempre atentos às tendências de mercado, os meios de comunicação conferem sua audiência, e daí por diante. Também as estatísticas religiosas nos interessam! Queremos saber com quem estamos tratando, como as pessoas recebem nossas mensagens, o efeito prático de nossa pregação e daí por diante. É que todos querem saber em que chão estão pisando!
Há alguns dias, veio-me um desejo diferente, o de tornar-me, como um texto lido há alguns anos, um contador de estrelas, olhando para o alto, ao invés de olhar apenas para o chão, sonhar com o Céu e não apenas constatar a realidade que nos circunda. E redescobri a oração do Pai Nosso, tão antiga quanto nova e revolucionária. Para rezá-lo, veio espontâneo o sinal da cruz. Antes do Pai Nosso eu disse “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Vi que traçava, junto com as palavras, a cruz de Cristo sobre mim. Pareceu-me ver o universo aberto de forma diferente, com uma haste voltada para o alto, para o infinito. A outra abraçava o mundo. O contador de estrelas começou a sonhar, mas com os pés no chão!
Vi que existe no alto um modelo para caminhar na terra. De fato, há um “plano” pensado desde toda a eternidade, há um sonho de Deus para a humanidade. Seu nome é santificado porque as pessoas são chamadas a viverem voltadas para fora de si, abertas para amar e não dobradas sobre os próprios interesses. Como sou livre, incomodou-me um pouco pensar que no desenho do projeto de Deus está escrito que é para fazer a sua vontade, até que entendi que numa reunião de amor, que dura toda a eternidade, a família de Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, tramou a estratégia da felicidade. Pareceu-me ver, olhando para as estrelas iluminadas no horizonte da fé, que é mesmo melhor fazer o que agrada a Deus, pois Ele é infinitamente maior do que todas as mentes humanas.
E foi então possível rezar de novo “venha a nós o vosso Reino”, constatando que é melhor implantar o Reino que precede e pode iluminar todos os reinos do mundo. Se eu tivesse em mãos todas as constituições de todos os países, e a elas ajuntasse a avalanche de leis que os homens e mulheres elaboram a cada dia, no afã de encontrar saídas para os problemas de nosso tempo, descobriria nelas os rastros daquele “plano”, porque sei que estão plantadas por aí muitas sementes do Verbo de Deus. É que acredito na ação misteriosa e verdadeira do Espírito Santo, que planta o bem onde nós menos esperamos.
Nas estrelas do Céu de Deus, vi que estava escrita a lei da providência. Pão do Céu e Pão da terra, pão compartilhado e dividido. Na oração, o sonho de que todos acolham o alimento do Céu e aprendam a lei divina da liberalidade, para que não haja fome nesta terra. Foi bom constatar que a natureza que Deus nos deu foi pensada com inteligência. Não faltam recursos nem comida, mas falta partilha! Quem se volta para o alto descobre a receita da despensa e da cozinha de Deus!
O Céu de Deus, a casa da Santíssima Trindade, é amor eterno. Quando desceu a terra, este amor assumiu a face da misericórdia. Que ousadia e que risco corri ao dizer “perdoai-nos assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Viramos o jogo? O Céu e o Pai do Céu se submetem à nossa capacidade de perdoar? É que o plano de Deus nos introduziu num verdadeiro jogo de amor. Numa nova “escada de Jacó” (cf. Gn 28,12 e Jo 1,51), o Céu e Terra partilham seus dons, ainda que o Céu seja sempre o vencedor, pois a vitória que vence o mundo é a fé!
Para chegar a tais alturas, aquele que nos livra do mal nos liberte também da tentação de olhar somente para baixo, nivelando o mundo ao rodapé das constatações frias. Deus tem a palavra e Ele é mais inteligente do que minha pobre percepção da vida. Olhando para Ele, que é família e não solidão, sonhei com o mundo “passado a limpo”, como foi pensado para a felicidade de todas as criaturas de todos os tempos.
Sonhei tanto que rezei assim: “Ó Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito santificador, revelastes vosso inefável mistério. Fazei que, professando a verdadeira fé, reconheçamos a glória da Trindade e adoremos a Unidade onipotente”. E disse “Amém”. E sonhei de novo toda a humanidade vivendo o Céu, na terra e na eternidade!
Fonte: ZENIT

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ensinamento da Palavra – A Simples Ação de Orar


    Certamente, muitos de nós já passamos ou estamos passando por momentos em que a nossa oração parece não estar sendo bem feita, pensamos que o Senhor não está escutando o que estamos dizendo e nos entristecemos por pensar nisso, mas muito pelo contrário, são nessas situações que Ele se aproxima ainda mais de nós, assim como um pai muitas vezes fica bem próximo do filho para escutar o seu sussurro e entender o que ele está dizendo, simplesmente porque esse Pai é Amor!!!
    Hoje vamos rezar juntos, e aprender com a Palavra do Senhor a cada dia mais desenvolver a nossa oração, para que ela seja sempre agradável aos olhos do nosso Pai que tanto nos Ama e quer nos ajudar a caminhar na Sua vontade. Para isso, pegue sua Bíblia em Jo 17, 6-19 e perceba que belíssima oração Jesus faz ao Pai nesse momento.
    Com palavras simples, mas profundas, Jesus começa a conversar com seu Pai, se pondo na condição de Filho. Nesse momento, Jesus podia muito bem pedir ao Pai que o livrasse do sofrimento que estava prestes a começar, que Deus sendo Rei e Senhor não permitisse que seu Filho padecesse e morresse crucificado. Mas a atitude de Jesus é exatamente o inverso, os seus pedidos são todos voltados para os que estavam com Ele, aqueles que escutaram a Sua voz e acreditaram na verdade das Suas palavras. Jesus pede a Deus que os ajude a permanecer firmes na fé, mesmos com todas as perseguições que o mundo faria, que sejam sempre unidos assim como Ele e o Pai são um e possam continuar o anúncio do Reino de Deus com muito amor.
    Na continuação dessa mesma passagem, Jesus roga agora também por nós, que acreditamos na Verdade e buscamos sempre viver unidos por esse Amor. Movido pelo Espírito Santo, em At 20, 28-38 Paulo faz uma oração semelhante a essa, pedindo ao Pai por aqueles que estavam com ele.
    Agora é a nossa vez!! Deixando nos conduzir pelo mesmo Espírito Santo que conduziu Paulo e lembrando desse grande exemplo de oração que Jesus nos deixa hoje, em nosso momento de oração pessoal, vamos esquecer um pouco dos nossos problemas, das nossas dificuldades, e vamos pedir por aqueles que estão ao nosso redor (família, amigos, colegas de trabalho, entre tantos outros). Vamos pedir por aqueles que precisam e confiam na nossa oração, para que o Pai que escuta de perto tudo o que um filho diz, possa ir ao encontro das necessidades daqueles que amamos e assim ajudá-los a permanecer firmes e unidos no caminho rumo à salvação.
    Façamos a diferença em meio a um mundo tão individualista, que muitas vezes faz com que nos esqueçamos daquele que sofre ao nosso lado, e quanto a nós, com certeza o Pai providenciará tudo o que for necessário para nossa vida. E não nos esqueçamos também que esse Pai que nos ouve com tanto carinho, também quer que escutemos a Sua voz, o silêncio também é muito importante na nossa oração para escutar e saber qual a vontade Dele na nossa vida.

    Que a Palavra do Senhor fortaleça cada dia mais a nossa oração!!!
   

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ensinamento da Palavra – Reconhecer-se diante do Senhor


    Para começarmos a reflexão de hoje, é interessante olharmos um pouco para dentro de nós mesmos e lembrar de algumas situações que normalmente ocorrem na nossa vida. Como por exemplo, quando fazemos o serviço do Senhor é normal que nos sintamos um pouco mais importantes do que os outros, ou até mesmo quando praticamos uma boa ação, nosso ego aumenta um pouco. Mas é preciso tomar bastante cuidado com isso, pois é bastante prejudicial para o crescimento na caminhada.
    Então, baseando-se na Palavra para continuar a comentar sobre esse tema, pegue sua Bíblia em Lc 17, 7-10 e perceba que belíssima oração o Senhor nos deixa para combater a vaidade.
    A passagem começa com uma comparação que Jesus faz com um servo que trabalha no campo e pergunta se quando esse servo voltar do trabalho, o patrão dirá para ele sentar-se à mesa e comer junto com ele. Principalmente naquela época, era praticamente impossível ver essa cena, pois o patrão dificilmente convidaria o empregado para comer com ele. Pelo contrário, como a própria passagem diz, o patrão mandaria que o servo preparasse a comida dele e o servisse, e só depois o servo comeria. Assim também deve acontecer conosco, pois não devemos esperar que depois de concluirmos o nosso trabalho, o Senhor irá “alisar nossa cabeça”. É claro que Ele olhará para nós com muito amor e carinho, e justamente por isso nos confiará um trabalho maior ainda, pois sabe da nossa fidelidade.
    Continuando, Jesus pergunta, ainda de acordo com a mesma comparação, se o senhor deve alguma obrigação ao servo depois de ver todo o serviço feito corretamente. Diante de tudo o que foi comentado, é fácil perceber que o senhor não deve nenhum favor ao servo, pois esse fez apenas o serviço que foi confiado a ele. Por isso é importante que não cobremos coisa alguma do Senhor, pois Ele não nos deve nenhum favor, independentemente do serviço que tenhamos realizado. Que possamos refletir melhor quando formos pedir alguma graça ao Senhor e dissermos a Ele que fizemos “tal serviço” como devíamos fazer, para ver se alcançamos a graça desejada, mas que esperemos o tempo certo, pois somente Ele sabe o que é melhor para nós.
    Que possamos fazer dessa passagem uma verdadeira oração sempre que executarmos alguma boa ação e que digamos sempre ao Senhor que: “SOU UM SERVO COMO QUALQUER OUTRO, FIZ O QUE DEVIA FAZER...”

Que a Palavra do Senhor nos faça sempre mais simples e humildes!!!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ensinamento da Palavra – Seguindo os passos de Jesus



  Tantas vezes durante a nossa caminhada nos encontramos “perdidos”, sem saber por aonde ir, qual decisão tomar, então hoje uma dica muito importante é dada a cada um de nós para que caminhemos bem: é preciso seguir os passos de Jesus.
    Para sentirmos um exemplo concreto dessa realidade, peço que abra sua Bíblia em At 6, 8-15 e antes de fazer a leitura, peça ao Espírito Santo que te ilumine para que você possa enxergar o próprio Jesus através da história de Estêvão.
    Essa mesma passagem foi refletida na Liturgia da última segunda-feira e me chamava muito a atenção a homilia de Pe. Everton que comparava a vida de Estêvão à vida de Jesus, e é sobre essa visão que refletiremos nesse ensinamento.
    Estêvão foi escolhido diácono para ajudar no anúncio do Reino de Deus e lendo o versículo 8, já percebemos que ele fazia isso muito bem, pois grandes milagres e prodígios eram realizados pela graça de Deus através dele. Isso começou a causar inveja e disputa entre alguns judeus que queriam derrubar Estêvão, mas não conseguiam porque o Espírito Santo que o inspirava fazia com que ele fosse sempre firme naquilo que dizia e fazia. Será que já dá para notar alguma semelhança com uma história bem conhecida de todo cristão??? Mas antes de comentar, vamos continuar a passagem...
    A partir daí, esses mesmos judeus que queriam destruir Estêvão pagaram algumas pessoas para que elas mentissem em relação ao que ouviram ele falando, e a partir dessas mentiras, conseguiram levá-lo ao Grande Conselho. Agora fica impossível não se lembrar de toda a vida de Jesus, lendo a história de Estêvão, pois foi algo bem semelhante o que aconteceu a esse servo tão bom e fiel que doou sua vida para que a Boa-Nova alcançasse mais corações.
    Diante dessa história, uma lição muito importante deve ficar gravada no nosso coração, que é fazer com que nossa vida seja semelhante à vida de Cristo, semeando o amor e o bem em qualquer que seja o lugar ou situação em que estivermos sendo reflexo da presença do próprio Deus com a nossa vida, sendo justo e honesto em nossas atitudes. Com todas essas ações no mundo em que vivemos certamente perseguições e tribulações aparecerão, mas a graça de Deus é maior e nos ajuda a superar qualquer problema, basta querermos e ser perseverantes no caminho seguindo os passos do Mestre.
    Que assim como viram em Estêvão, quando olharem para nós possam enxergar também nosso rosto semelhante ao de um anjo, que nossa face seja a face do próprio Deus refletida, e que possamos cantar aquela bela música com muita verdade: “sou reflexo do Teu Amor, e espelho da Tua beleza Senhor...”

   Que a Palavra do Senhor nos faça verdadeiros imitadores do Mestre!!!


Emílio
Ministro de Pregação G.O. Vida Nova

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CHAMADO À CONVERSÃO: UM ATO DE AMOR


     Deus chama à conversão, porque ama, e quer ver o jovem num caminho sadio, onde possa realizar-se plenamente.
     Os jovens que já vivem em amizade com Jesus, a conversão significa menos deixar o erro, o pecado, a maldade, a futilidade, pois vivendo com Jesus, naturalmente ele aprendeu do mestre que todo pecado é um atraso de vida. Conversão significa mais “realizar progresso”, “melhorar a qualidade” em sua vida com Deus, consigo mesmo, com a família, no amor e no trabalho.
     Para os jovens que não tiveram ainda a graça da conversão inicial, isto é, que não tiveram um encontro pessoal com Jesus, a conversão quaresmal está na linha de Ezequiel: “Renunciai a todas as vossas faltas! Que não haja mais em vós o mal que vos faça cair. Repeli para longe de vós todas as vossas culpas”, como também na profecia do Eclesiástico: “abandona os teus pecados”. Ou de Oséias: “Volta ao Senhor teu Deus, porque foi teu pecado que te fez cair.
Sabemos, porém, que o jovem só consegue deixar o caminho errado quando encontra o verdadeiro. O caminho é Jesus.
     Em Deus, no amor do Pai celeste, na amizade salvadora de Jesus, e na luz santificadora do Espírito Santo é que o jovem encontra o verdadeiro caminho para viver uma vida digna, sábia, realizada e realizadora. É no amor de Deus que o jovem encontra a verdadeira hierarquia de valores para sua vida íntima, para seu relacionamento intersexual, para preparar um futuro familiar saudável, enfim, para viver com sabedoria.
     Jovem, Deus o ama muito! Ele deseja manter uma amizade profunda com você, exatamente porque isto é ótimo para você! Com Deus, a vida tem muito sentido.

Padre Alírio, scj 

Enviado por Tamires  Vieira
Coordenadora do Ministério de Pregação  do Grupo de Oração Vida Nova

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ensinamento da Palavra – Quando Jesus aparece nas nossas vidas

     Lendo esse título, a impressão que temos é que o tema principal desse ensinamento será a conversão, mas não é bem sobre isso que comentaremos. Não é do primeiro encontro que vamos falar hoje, mas sim das tantas vezes que Jesus aparece no nosso dia-a-dia e que às vezes demoramos a perceber sua presença.
     Para iniciarmos bem a reflexão, peço que faça uma simples oração, que suas palavras brotem do fundo do coração e que seu desejo de mergulhar na Palavra de Deus te impulsione a ir ao mais profundo do que Ele tem a te dizer. Então pegue sua Bíblia em Jo 21, 1-14 e leia a passagem iluminado pelo Espírito Santo.
     Primeiramente, Pedro resolve ir pescar e seus amigos decidem ir com ele. Até aí, nada fora do normal, eles eram pescadores e nada mais comum do que saírem para pescar. Mas quando se trata de Jesus e da Sua Palavra, aquilo que parece normal se torna extraordinário. Continuando, naquela noite eles não conseguiram pescar nada e Jesus aparece pela manhã e pede que eles joguem a rede do lado direito do barco para acharem algo. Podemos perceber duas coisas bem interessantes nesse pequeno trecho: mesmo pescando durante toda a noite e sem encontrar nada, quando chega a manhã Pedro e seus amigos ainda estão no mar tentando pescar. Quantas vezes nós mal jogamos nossas redes e já queremos que ela venha repleta de “peixes”, e quando ela vem vazia nossa atitude é reclamar do Senhor...a segunda situação que podemos perceber é que depois de tanto tentar e não encontrar nenhum peixe, Jesus diz para que os discípulos jogassem a rede novamente, e eles assim fazem. Só que nesse momento os discípulos ainda não haviam reconhecido o Senhor, ou seja, estavam fazendo o que um “estranho” tinha dito. Muitas são as vezes que deixamos de fazer algo por acreditar que aquilo que está em nosso coração não foi Ele que nos falou, pois ainda não conseguimos reconhecê-Lo de verdade na nossa vida.
     Só quando os discípulos puxam a rede repleta de peixes é que reconhecem que aquele que estava na praia e pediu que eles pescassem novamente era Jesus. Assim também somos nós, que muitas vezes só reconhecemos a presença de Jesus quando vemos suas obras claramente. Logo depois de reconhecer o Mestre, Pedro não pensa duas vezes, e se joga na água para ir ao encontro do Senhor, mesmo o barco estando perto da margem. Que belo exemplo de amor a Jesus!!!
    Logo que saíram da barca, tudo já estava preparado para que pudessem comer juntos alguns dos peixes que tinham pescado e durante esse tempo, nenhum dos discípulos questionou quem Ele era, pois tinham a certeza no coração de que era o próprio Jesus. Nesse trecho, já no final do versículo 11, temos uma informação muito importante: “Apesar de serem tantos (peixes), a rede não se rompeu.” É exatamente assim que acontece quando escutamos a Sua voz, nossa rede fica cheia e quando parece que ela irá se romper, percebemos que Ele mesmo não deixa que isso aconteça e nossa rede se torna maior e mais resistente.
     Encerrando, o último versículo pode parecer uma simples informação que serve apenas de conhecimento sobre aquele momento, mas analisando bem e tomando para nossa vida, podemos nos perguntar: Quantas vezes Jesus aparece nas nossas vidas das mais diversas formas, e ainda não percebemos a Sua presença no nosso dia-a-dia??? Que possamos pedir a Deus a graça de enxergá-Lo nas simples atividades do nosso cotidiano, para que assim possamos viver melhor e mais felizes.

Que a Palavra do Senhor nos ensine a perceber a ação de Deus em todos os momentos da nossa vida!!!

Por Emílio Junior
Ministro do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O sim a Deus



 Como responder com o amor ao Amor de Deus?

Na nossa mente se fixou a frase:
Não quem diz: Senhor, Senhor
entrará no Reino dos Céus,
mas aquele que faz a vontade do meu Pai… (Mt 7,21)
Portanto fazer a vontade de Deus é amar Deus.
Não significa resignação,
como muitas vezes se entende,
mas a maior aventura divina
que pode acontecer a uma pessoa:
a de seguir não a própria vontade mesquinha, não os próprios projetos limitados, mas Deus.
Realizar o desígnio que Ele tem para cada um de seus filhos:
um desígnio divino, inimaginável, riquíssimo.
A vontade de Deus é a pérola preciosa.
É a descoberta de um caminho de santidade feito para todos:
Todos a podem viver, em qualquer lugar, situação, vocação.
É o bilhete de ingresso das multidões à santidade.
(dos escritos de Chiara Lubich)
Postado por Grace Carvalho
Ministra do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova