segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Formação....


Por Lázaro Praxedes

Coordenador Nacional do Ministério de Pregação
Grupo de Oração Fonte de Água Viva
Um dos mais belos relatos bíblicos de um relacionamento de intimidade entre Deus e um homem certamente é aquele narrado no I Samuel 3, 4-10. Depois de ser orientado pelo sacerdote Heli, o menino Samuel aprendeu que era preciso sintonizar seu ouvido com a boca de Deus, através da oração. Não há nenhuma referência posterior falando de outra dificuldade semelhante, ele aprendeu a ouvir a voz de Deus.
Este é um desafio que precisa ser vencido por todos aqueles que desejam se aventurar na vida no Espírito: aprender a se colocar em permanente escuta, pois o Espírito Santo deseja dirigir, orientar nossas vidas.
Deus deseja revelar-se a nós, para isto precisamos nos manter em constante oração para discernir qual a direção a seguir, qual a vontade de Deus para esta ou aquela situação de nossa vida. Esta é uma das características da Renovação Carismática Católica: estar continuamente a escuta do Espírito Santo. Em nosso Movimento, não apresentamos a Deus os nossos projetos para que sejam abençoados, ao contrário disto, perguntamos a Deus quais são os Seus projetos.
Sendo nosso Deus um Deus vivo, é natural que responda às nossas orações. Nossa oração não deve ser de forma alguma um monólogo, no qual nos colocamos diante de Deus e simplesmente despejamos nossos problemas, pecados, medos, sonhos. Ao contrário, deve ser um diálogo, no qual falamos com Deus e em seguida silenciamos para ouvir sua voz, que nos orienta, direciona, exorta e consola. Ao nos colocarmos em oração, devemos ter a certeza que Deus deseja responder-nos. No entanto, para isso precisamos aprender a silenciar.
Em nossas reuniões de oração, cria-se assim o que é denominado em nosso ambiente de “ciclo carismático”, que é composto pelos seguintes elementos:
a) Oração, louvor (cânticos ou preces)
b) Orações em línguas
c) Momento de silêncio
d) Profecia
e) Resposta à palavra dirigida pelo Senhor, com exultante louvor
Para ouvirmos a voz de Deus, é preciso cultivar em nossas reuniões de oração momentos de silêncio, que são extremamente fecundos, pois é no silêncio que o Espirito Santo irá falar conosco em profecia, ou nos dar o tom a ser seguido na condução da oração.
O silêncio não é somente a ausência de algum barulho exterior, mas uma atitude interior, de alguém que com fé expectante aguarda ouvir a voz do Senhor. Quando nos colocamos diante da presença de Deus desta maneira, com toda certeza ouviremos a sua voz suave em nosso interior.
A Exortação Apostólica Pós Sinodal Verbum Domini em seu número 14 diz o seguinte:
"Consequentemente, o Sínodo recomendou que se ajudassem os fiéis a bem distinguir a Palavra de Deus das revelações privadas, cujo papel não é (…) “completar” a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época histórica. O valor das revelações privadas é essencialmente diverso do da única revelação pública: esta exige a nossa fé; de fato nela, por meio de palavras humanas e da mediação da comunidade viva da Igreja, fala-nos o próprio Deus. O critério da verdade de uma revelação privada é a sua orientação para o próprio Cristo. Quando aquela nos afasta d’Ele, certamente não vem do Espírito Santo, que nos guia no âmbito do Evangelho e não fora dele. 
A revelação privada é uma ajuda para a fé, e manifesta-se como credível precisamente porque orienta para a única revelação pública. Por isso, a aprovação eclesiástica de uma revelação privada indica essencialmente que a respectiva mensagem não contém nada que contradiga a fé e os bons costumes; é lícito torná-la pública, e os fiéis são autorizados a prestar-lhe de forma prudente a sua adesão. 
Uma revelação privada pode introduzir novas acentuações, fazer surgir novas formas de piedade ou aprofundar antigas. Pode revestir-se de um certo caráter profético (cf. 1 Ts 5, 19-21) e ser uma válida ajuda para compreender e viver melhor o Evangelho na hora atual; por isso não se deve desprezá-la."
Assim, precisamos valorizar o Ciclo Carismático em nossa oração pessoal e também em nossas reuniões de oração, pois uma palavra profética, como nos ensina a Verbum Domini traz uma nova ênfase sobre determinado aspecto sobre aquilo que já nos foi revelado em Cristo.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Está chegando meu povo de Deus e você não pode ficar fora desse momento de muito amor.....
é o nosso COR ( Congresso de Orientação Religiosa) nos dia 24 e 25 de novembro....

se vc mora em outra cidade e deseja montar sua caravana entre em contato conosco , mas, não deixe de participar......Caso queira entrar em contato paras as inscrições que estão sendo feita é só ligar para o número do cartaz ......





Assista, curta e no COR terá muito mais!!!!!!!!!!!!!!!!


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ensinamento da Palavra

Degustando a Palavra de Deus

Olhando o título a primeira vista, talvez pareça um pouco estranho tal atitude, pois o verbo “degustar” é mais utilizado em relação a comidas, mas não podemos esquecer que a Palavra de Deus é nosso alimento espiritual. Esse mesmo verbo também significa “deliciar-se” com algo, e é exatamente isso que devemos fazer com os ensinamentos da Bíblia, saboreando da melhor forma possível tudo o que ela nos traz.
    Vamos começar nossa reflexão pedindo ao Espírito Santo que possa derramar todos os seus dons sobre nós, nos ajudando a entender aquilo que o Senhor tem a falar através da passagem que está em Ez 2, 8-3, 4. Que possamos ler cada versículo com o coração voltado a Deus e assim compreender melhor cada palavra.
    No primeiro versículo, o Senhor já pede que o profeta não seja rebelde e faça aquilo que é da vontade Dele. E naquele momento, a vontade do Pai era que ele comesse um manuscrito que estava sendo desenrolado na frente de Ezequiel. Trazendo para a nossa realidade, quantas vezes nós é que somos rebeldes e não queremos “engolir” o que a Palavra de Deus tem a nos dizer e fingimos que aquele trecho bíblico não tem nada a ver com a nossa vida, e só se encaixa na vida do irmão que está ao nosso lado.
    Continuando a nossa leitura, assim que o profeta se nutre desse rolo, sente que o gosto dele é doce na boca, assim como o mel. Esse é o gosto da Palavra de Deus na boca daqueles que se colocam diante do Pai para fazer a Sua vontade, em nenhum momento é amargo, mas sempre doce, por mais complicada que seja a realidade trazida pela Sagrada Escritura, pois esse filho sabe que sua felicidade está escondida ali, na vontade de Deus.
    No último versículo, algo tão importante como toda a leitura é transmitido a nós: depois de degustar a Palavra, se nutrindo com tudo o que é bom que ela nos traz, é preciso anunciá-la com a nossa própria vida. Assim como os alimentos nos dão energia para fazermos as mais variadas atividades durante o dia, a Bíblia nos dá a força necessária para fazermos todas essas atividades de acordo com o que Deus pensa para cada um de nós.
Que o próprio Deus nos ensine a buscar e amar sempre mais a Sua Palavra!!!

Por Emílio
Ministério de pregação Vida Nova


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PEDAÇOS DE AMIZADE


Amizades são feitas de pedacinhos. Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa. Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa.
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro. Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola; outras de saídas, cinemas, diversões; há ainda aquelas que nascem a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes. Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.
Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes. São as famosas 'amizades virtuais.' Diferentes até, mas não menos importantes. Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos ( e fazemos isso inconscientemente às vezes) etiquetá-las. Há amizades profundas que são criadas assim.
Saint-Exupery disse: 'Foi o tempo que perdestes com tua rosa que fez tua rosa tão importante.'E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante. Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido.
São lembranças para cinco minutos depois ou anos até. Um amigo se torna importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho da gente.
Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras. O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
Leticia Thompsom

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Ensinamento da Palavra – A responsabilidade de um pastor


    Encontramos na Bíblia várias passagens que trazem a figura do pastor, que é aquele que cuida das ovelhas, guiando-as e orientando qual o caminho que se deve seguir. Entre elas, podemos citar: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará.” (Salmo 22, 1) e o momento que Jesus fala do bom pastor (Jo 10, 1-16).
    Mas hoje refletiremos um pouco sobre uma passagem bem interessante que vai nos ensinar muito, ela está em Jr 23, 1-6. Antes de começar a ler, peça ao Espírito Santo que nesse momento você possa estar em intimidade com Deus e que possa entender tudo aquilo que Ele quer te dizer através dessa leitura e que seu coração esteja aberto a escutar a voz do Pai.
    O Senhor é bem claro durante todo o trecho em relação aos pastores que não cuidam bem das ovelhas que são confiadas a eles e diz que Ele mesmo reconduzirá as ovelhas que se perderem e dará novos pastores a elas, verdadeiros pastores que saibam cuidar e guiar suas ovelhas da melhor forma possível.
    Ao pensarmos um pouco nisso, é comum que logo imaginemos que esse trecho serve apenas para quem é coordenador ou para quem tem algum serviço que fique “à frente” de outras pessoas, e esquecemos de que nós somos responsáveis por grandes tesouros que Deus nos confia a cada dia, os nossos AMIGOS!!!
    A amizade firmada em Deus nos dá a oportunidade de sermos pastor e ovelha ao mesmo tempo. Somos pastores quando cuidamos dos nossos amigos e mostramos a eles qual o caminho mais correto em determinada situação, e ao mesmo tempo somos ovelhas em relação a esses amigos, quando escutamos seus conselhos e seguimos aquilo que ele nos diz tendo a certeza de que ele quer o nosso bem e está ali para nos ajudar.
    Por isso é muito importante que guardemos esses versículos em nosso coração e lembremos sempre de cuidar muito bem das ovelhas que caminham conosco todos os dias, sendo bons pastores para eles, assim como eles também serão bons pastores para nós. Que nos preocupemos e cuidemos de todos que fazem parte da nossa vida, para que o rebanho do Senhor não se disperse e possa a cada dia crescer no Amor e na Verdade.

Que a Palavra do Senhor nos inspire a sermos sempre bons pastores em nossa caminhada!!!



Por Emílio
MPVN 

terça-feira, 24 de julho de 2012

HISTORINHA EU ASSITI A MISSA POR VOCÊ


É o testemunho de um filho sobre um fato acontecido com seu pai muito anos atrás – fato que teve influência fundamental na vida daquele filho.
Por Padre Stanislaus SS.CC.:

“Um dia, muitos anos atrás, em uma pequena cidade do Luxemburgo, um Capitão dos Guardas Florestais achava-se entretido em animada conversa com o açougueiro, quando uma mulher idosa entrou no açougue. O açougueiro interrompeu a conversa para indagar da velha senhora o que ela desejava. A mulher explicou-lhe que havia ido até ali para conseguir um pequeno pedaço de carne, mas que não tinha dinheiro para pagar. O capitão estava achando muito divertido o diálogo entre a pobre mulher e o açougueiro: – Apenas um pequeno pedaço de carne, mas quanto você vai pagar por ele?
- Desculpe-me, eu não tenho dinheiro, mas eu assistirei à missa por você, em sua intenção.
Ambos, o açougueiro e o Capitão, eram bons homens, mas muito indiferentes no que se referia à religião e, então, imediatamente, começaram a troçar da resposta da velhinha.
- Tudo bem, disse-lhe o açougueiro, você vai assistir à missa por mim e, quando você voltar, eu lhe darei tanta carne quanto a missa pesar, quanto ela valer.
A mulher saiu, assistiu à missa e retomou. Ela se aproximou do balcão e o açougueiro, ao vê-la, disse-lhe: – Tudo bem, agora vamos ver. Ele tomou um pedaço de papel e nele escreveu: EU ASSISTI A MISSA POR VOCÊ. O açougueiro, então, colocou o papel em um dos pratos da balança e, no outro, depositou um osso pequeno e fino, mas nada aconteceu. Em seguida ele trocou o osso por um pedaço de carne, porém o papel continuou a pesar mais. Os dois homens começaram a se sentir envergonhados com a sua zombaria, mas continuaram com a brincadeira. Um grande pedaço de carne foi, então, colocado na balança, mas o papel manteve-se mais pesado. Exasperado, o açougueiro examinou toda a balança, mas ela estava perfeita. O que você quer minha boa mulher? Perguntou o açougueiro. Precisarei dar a você uma perna inteira de carneiro? Enquanto falava, colocou a grande perna de carneiro na balança, mas o papel em muito superou o peso da carne. Então, uma peça ainda maior de carne foi colocada naquele prato, mas novamente, o peso permaneceu no lado do papel.
Aquilo impressionou tanto o açougueiro que ele converteu-se no mesmo instante e prometeu oferecer à mulher, dali por diante, a sua ração diária de carne. No que concerne ao Capitão, ele deixou o açougue transformado e tornou-se um ardente frequentador da missa diária. Dois de seus filhos ordenaram-se sacerdote s, um deles como jesuíta, o outro como padre do Sagrado coração. E Padre Stanislaus termina o seu testemunho dizendo: “Eu sou aquele Religioso do sagrado Coração e o Capitão era meu pai”. Desde aquele instante, o Capitão passou a assistir à Santa Missa diariamente e seus filhos foram educados seguindo o seu exemplo. Mais tarde quando seus filhos tornaram-se sacerdotes, ele os advertiu, para que celebrassem a Missa corretamente e todos os dias e para que nunca perdessem o Sacrifício da Missa por alguma falta pessoal”.



Colaboração Edla
MP Vida Nova

quarta-feira, 11 de julho de 2012

MOTIVOS PARA NÃO PERDER A ESPERANÇA


”Sempre desejamos que nossa vida seja um oásis de paz e harmonia. Porém, quando buscamos em nós mesmos estes sentimentos, ficamos confusos e, por vezes, acabamos nos desanimando. Descobrimos em nossa fragilidade que estamos longe do ideal que sonhamos. Contudo, é necessário nunca perdemos a esperança. O céu que buscamos começa a ser construído dentro de cada um de nós, no hoje da história. 

Em nossa 
caminhada rumo ao céu que sonhamos, alguns passos são fundamentais:

1 – Respeitar o diferente
Nem sempre é fácil conviver com quem pensa diferente de nós. O respeito para com o outro nasce a partir do momento em que o reconhecemos não como um inimigo, mas como um ser humano limitado, necessitado de nossa ajuda e compreensão. Assim como ele, ainda estamos em processo de construção. Deus ainda não nos terminou.

2 – Evitar o julgamento
Todo o julgamento sempre nos conduz a graves desentendimentos. Jesus nunca julgou o outro, pelo contrário, sempre olhava para cada pessoa a partir das possibilidades que o ser humano carregava no seu coração. Quando julgamos o próximo, experimentamos, em nós mesmos, a consciência de que também não somos perfeitos.


3 – Reconciliar-se com o tempo
Queremos tudo para hoje e não damos ao tempo o período necessário para o amadurecimento interior de nossos sentimentos. Muitas pessoas têm se sufocado e sufocado outros com sua pressa e ansiedade. Quem colhe frutos verdes experimenta em si mesmo o amargo das antecipações.

4 – Reflexão interior
Cada gesto, atitude, palavra, olhar e decisão trazem em si as suas próprias consequências. Nossas escolhas sempre terão alguma consequência em nossa vida. Diante da vida e de seus desdobramentos, uma pergunta é sempre essencial: Qual lição eu aprendi com este acontecimento na minha vida? A cada lição aprendida, o tesouro da nossa sabedoria irá se enriquecendo com as pérolas do aprendizado. 

5 – Viver em comunidade
Em tempos de comunidades virtuais, a vida real clama pela nossa presença. Nada pode substituir um abraço, um sorriso, um olhar carinhoso e terno. 
A vida em comunidade nos torna irmãos e irmãs. Quem se isola foge de si mesmo e dos outros. 

6 – Ser solidário
A solidariedade é o amor ao próximo manifestado em gestos concretos. Nossos gestos solidários ganham inspiração cristã quando reconhecemos, em quem precisa de nossa ajuda, o próprio Cristo.

7 – Cultivar uma vida espiritual
A alma se alimenta daquilo que a ela oferecemos. Só iremos crescer interiormente quando alimentarmos nosso coração de uma espiritualidade madura e cristã, que reconheça a Cristo Ressuscitado como base de nossa fé.

8 – Alimentar-se da Palavra de Deus
Se o alimento é necessário à saúde biológica do nosso corpo, 
a Palavra de Deus é alimento seguro para a saúde de nossa vida interior. Quem busca, na Palavra de Deus, a luz para guiar seus passos terá seu caminho iluminado pelo amor do Pai.

9 – Ser amigo do silêncio
Tão importante quanto à fala é o silêncio. Se com ela ocorre a comunicação verbal, com o silêncio do nosso coração ocorre a comunicação espiritual. Coração silencioso é abrigo para as respostas de Deus à nossa vida. 

10 – Vida de Oração
Quando descobrimos a Deus como um amigo, jamais podemos ficar um dia sem falar com Ele. Na oração fazemos a descoberta de uma amizade em que o filho se abandona totalmente nas mãos do Pai que o ama infinitamente. Se a oração é dialogo, a conversa que nasce desta relação entre nós e Deus se chama amor.


Padre Flávio Sobreiro
Colaboração Edla
Mp Vida Nova