quarta-feira, 7 de março de 2012

Ensinamento da Palavra – Aprendendo com Jesus

    Diante das tribulações e da correria do dia-a-dia, muitas vezes acabamos nos esquecendo e deixando de praticar belos ensinamentos que o próprio Jesus nos deixou enquanto esteve conosco.
    Por isso, hoje vamos relembrar alguns conselhos simples, mas que se forem praticados fazem a diferença na nossa vida e na vida de quem está ao nosso lado. Então pegue sua Bíblia em Mt 7, 7-12 e faça uma leitura bem calma da passagem, pedindo ao Senhor que abra seus olhos para enxergar o que Ele quer te dizer através da Palavra.
    Os dois primeiros versículos já trazem algo muito interessante para nossa reflexão, pois fala que todo aquele que pede, recebe. Mas é preciso ter uma coisa muito importante para que isso aconteça: FÉ! São inúmeras as vezes que pedimos uma coisa que queremos, mas não acreditamos que o Senhor possa realizar o que desejamos. É preciso acreditar que Ele tudo pode fazer. Uma pergunta importante que surge dessa situação é: “o que estamos pedindo a Ele???” Será que nossos desejos são os mesmos que Ele tem para nós, ou estamos sendo egoístas e pedindo bens que não acrescentam em nada na nossa vida...é importante refletir sobre isso também e mudar no que for necessário.
    Os versículos seguintes fazem uma comparação muito sábia para definir o Amor que Deus tem por todos os seus filhos. Jesus o define como Pai (Divino) e faz a relação com o pai (humano), que mesmo cheio de pecados e limitado faz de tudo para dar bons presentes ao filho, só para vê-lo feliz e realizado, então imaginemos só os presentes que ganhamos do Pai que é perfeito e nos Ama infinitamente, mas nós muitas vezes nem damos importância a esses presentes e desvalorizamos a nossa vida, nosso corpo, nossa família (entre tantos outros...) e esquecemos desse Pai maravilhoso que temos.
    Para concluir, o último versículo nos traz um ensinamento que se fosse praticado por cada um de nós, com certeza teríamos um mundo completamente diferente do que vivemos hoje. Jesus nos diz que tudo que queremos que seja feito para nós, que façamos primeiro para o outro. É simples, se queremos ser amados, amemos o outro; se queremos perdão, perdoemos os outros, e assim também em todas as outras situações.
    Que possamos rever nossas atitudes e criemos dentro de nós a vontade de nos doar ao outro sem desejar recompensa alguma, pois o Amor do nosso Pai, que atende todos os nossos pedidos feitos com fé, já é a melhor recompensa que podemos ter.

    Que a Palavra do Senhor ilumine sempre a nossa vida nos ensinando a ser pessoas melhores!!!


Por Emílio Junior
Ministro do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

segunda-feira, 5 de março de 2012

SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO SANTO



"O espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade."
Is 61, 1

Se você deseja ter uma experiência profunda na sua vida, uma transformação radical,venha junto conosco participar do Seminário de Vida no Espírito Santo. Acontecerá nos dias 09,10 e 11 de março, próximo final de semana, iniciando-se às 21h do dia 09, na sexta-feira, no colégio Leite Neto (próximo ao colégio frei Cristóvão). Se você se sentir chamado a vim participar, faça já a sua inscrição na livraria Adhonai, ao preço simbólico de R$4,00 que já inclui as refeições e a dormida.

Qual a finalidade de um seminário de vida no Espírito?


“A finalidade do Seminário de Vida no Espírito é ajudar os participantes a encontrarem uma vida mais rica e melhor. É o momento de se encontrarem com Cristo e viver as verdades mais fundamentais acerca do Amor de Deus, do Pecado, da Salvação, da Fé, da pessoa de Jesus Cristo, da Efusão e Carismas do Espírito Santo.”

Participem! ;)


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2012

Irmãos e irmãs!
Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos
ao amor e às boas obras (Heb 10, 24)

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.
Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da » (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.
O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo atual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).
A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.
O fato de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.
O fato de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.
Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efetivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.
Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).
Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Novembro de 2011


BENEDICTUS PP. XVI



Enviado por Tamires Vieira
Coordenadora do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A AUTORIDADE VEM DE DEUS

    Ter poder e autoridade é ser porta-voz de Deus, que fala e age de modo confiável, conforme era feito pelos profetas no Antigo Testamento bíblico. Jesus é apresentado pelos Evangelhos como modelo, com sinais que confirmavam e autenticavam Sua Palavra. 

    Toda autoridade vem Deus, o qual confia a nós está graça de sermos meios de sua evangelização, somos porta-vozes de sua palavra. Sendo assim, para que saibamos utilizar esta graça que é a Autoridade de Deus, é preciso que sigamos alguns ensinamentos do nosso próprio Deus, nos tornando assim imitadores Dele.

    O primeiro passo é a RETIDÃO, para que nossos caminhos sejam retos e honestos, devemos ser autênticos em todas as situações, como quando dizemos que vamos para tal reunião, que podem confirmar nossa presença, chega o dia e não comparecemos ou damos satisfação, é algo bem comum de se acontecer, mas só que dessa forma não fomos retos, mas sim sem compromisso. Busquemos a retidão, no mais simples serviço que você tenha que prestar, mas que você seja Autêntico com sua responsabilidade, e dê o que você tem de melhor ao seu próximo.

    Próximo passo é a como a de Abraão, pois soube esperar no Senhor, e até o último segundo ele confiou em Deus. Que na nossa oração possamos rezar como Santa Faustina, “EU CONFIO EM VÓS”, e também como no Salmo 27-14, “Espera no Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração, espera, pois, pelo Senhor”; que não desanimemos pois nós somos frutos de alegria, foi para que fossemos livres que o Senhor se deu na Cruz e Ressuscitou!

    O terceiro passo é OBDIÊNCIA; o maior sinal de que somos livres é quando somos obedientes, pois a obediência sem liberdade se torna escravidão e liberdade sem obediência se torna libertinagem, por isso sejamos obedientes e fiéis a vontade do Senhor, e estejamos atentos a ouvir a sua voz. 


    Para fecharmos com chave de ouro, devemos ter um BOM RELACIONAMENTO COM DEUS, assim para conseguirmos ter um bom relacionamento com nosso Pai de Amor, é preciso ORAÇÂO, pois é através da oração que sabemos qual é o sonho de Deus para nós, qual a sua vontade em nossa vida, é através da oração que o Senhor nos unge, e faz a nossa VIDA NOVA!!!

    Assim, com o equilíbrio destes passos possamos acolher a autoridade (vontade de Deus) em nossas vidas, pois tudo é Dele, tudo vem por meio Dele e a graça de ser canal é Dele e somente Ele pode nos proporcionar!!!





Edla Monteiro
Ministra do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Silenciar para ouvir o Senhor

Mensagem do dia de Luzia Santiago
Canção Nova

    Há vários tipos de silêncio. Muitos mergulham nele apenas para fugir ou para dormir. Outros fazem uso de mil técnicas a fim de atingirem um silêncio simplesmente relaxante; outros ainda exercitam a meditação com o pensamento bloqueado, suspenso num vácuo silencioso, no qual julgam ser elevados.

    Alguns emudecem por capricho ou por mau humor; e assim por diante… No entanto, o verdadeiro silêncio é aquele que nos coloca diante de Deus. Essa experiência enriquece os nossos valores, enobrece nossas reflexões, sentimentos e ideias, e mais: no íntimo da alma formam-se as convicções e enraízam-se as virtudes. Dessa forma, as linhas mestras da luta pessoal por melhorarmos a cada dia um pouco mais são definidas e solidificadas.

    Temos o hábito de falar muito e quase não sabemos escutar o outro, sobretudo ao Senhor, que quer nos falar no íntimo de nosso coração. Há pobreza de palavras, porque há pobreza de silêncio. Só teremos condições de responder com prontidão a Deus e aos irmãos se nos exercitarmos nessa escuta.

Jesus, eu confio em Vós!


Enviado por Grace Carvalho
Ministra do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

POR QUE OS JOVENS ABANDONAM A IGREJA?

Um livro tenta entender as razões


Pe. John Flynn, LC
ROMA, segunda-feira, 28 de novembro de 2011 (ZENIT.org) - É sabido que muitos jovens deixam de ser frequentadores ativos da Igreja.
    O livro You Lost Me: Why Young Christians are Leaving the Church... and Rethinking Faith [“Fui! - Por que jovens cristãos estão abandonando a Igreja... e repensando a fé”], da Baker Books, analisa uma vasta pesquisa estatística do Grupo Barna para descobrir quais são as razões que levam os jovens para longe da Igreja.
    Os autores David Kinnaman e Aly Hawkins analisaram uma enorme gama de estatísticas e apontaram três realidades particularmente importantes sobre a situação dos jovens.
1. As igrejas têm um envolvimento ativo com os adolescentes, mas depois da crisma, muitos deles param de ir à igreja. Poucos se tornam adulto seguidores de Cristo.
2. As razões pelas quais as pessoas abandonam a Igreja são diversificadas: é importante não generalizar sobre as novas gerações.
3. As igrejas têm dificuldade para formar a próxima geração a seguir a Cristo por causa de uma cultura em constante mudança.
    Kinnaman explicou que não se trata de uma diferença de gerações. Não é verdade que os adolescentes de hoje sejam menos ativos na Igreja do que os de épocas anteriores. Aliás, quatro em cada cinco adolescentes na América do Norte, por exemplo, ainda passam parte da infância ou da adolescência numa congregação cristã ou numa paróquia. O que acontece é que a formação que eles recebem não é profunda o suficiente, e desaparece quando os jovens chegam à casa dos 20 anos de idade.
    Para católicos e protestantes, a faixa etária dos vinte é a de menos compromisso cristão, independentemente da experiência religiosa vivida.
    O principal problema é o da relação com a Igreja. Não necessariamente os jovens perdem a fé em Cristo; o que eles abandonam é a participação institucional.
    Um fator importante que influencia a juventude é o contexto cultural em que ela vive. Nenhuma outra geração de cristãos, disse Kinnaman, sofreu transformações culturais tão profundas e rápidas.
    Nas últimas décadas houve grandes mudanças na mídia, na tecnologia, na sexualidade e na economia. Isto levou a um grau muito maior de transitoriedade, complexidade e incerteza na sociedade.
    Kinnaman usa ​​três conceitos para descrever a evolução dessas mudanças: acesso, alienação e autoridade.
    Em relação ao acesso, ele salienta que o surgimento do mundo digital revolucionou a forma como os jovens se comunicam entre si e obtêm informações, o que gerou mudanças significativas na forma de se relacionarem, trabalharem e pensarem.
    Há nisso um lado positivo, porque a internet e as ferramentas digitais abriram imensas oportunidades para difundir a mensagem cristã. No entanto, também há mais acesso a outros pontos de vista e outros valores culturais, mas com redução da capacidade de avaliação crítica.
    Sobre a alienação, Kinnaman observa que muitos adolescentes e jovens adultos sofrem de isolamento em suas próprias famílias, comunidades e instituições. O elevado índice de separações, divórcios e nascimentos fora do casamento significa que um número crescente de pessoas crescem em contextos não-tradicionais, ou seja, onde a estrutura familiar é carente.
    De acordo com Kinnaman, muitas igrejas não têm soluções pastorais para ajudar efetivamente aqueles que não seguem a rota tradicional rumo à vida adulta.
    Além disso, muitos jovens adultos são céticos quanto às instituições que moldaram a sociedade no passado. Este ceticismo se transforma em desconfiança na autoridade.
    A tendência ao pluralismo e à polêmica entre idéias conflitantes tem precedência sobre a aceitação das Escrituras e das normas morais.
    Kinnaman observa que a tensão entre fé e cultura e um intenso debate também podem ter um resultado positivo, mas requerem novas abordagens pelas igrejas.
    Ao analisar as causas do afastamento dos jovens das igrejas, Kinnaman admite que esperava encontrar uma ou duas razões principais, mas descobriu uma grande variedade de frustrações que levam as pessoas a esse abandono.
    Alguns vêem a igreja como um obstáculo à criatividade e à auto-expressão. Outros se cansam de ensinamentos superficiais e da repetição de lugares-comuns.
    Os mais intelectuais percebem uma incompatibilidade entre fé e ciência.
    Por último, mas não menos importante, tem-se a percepção de que a Igreja impõe regras repressivas quanto à moralidade sexual. Além disso, as tendências atuais a enfatizar a tolerância e a aceitação de outras opiniões e valores colidem com a afirmação do cristianismo de possuir verdades universais.
    Outros jovens cristãos dizem que sua igreja não permite que eles expressem dúvidas, e que as eventuais respostas a essas dúvidas não são convincentes.
    Kinnaman também descobriu que, em muitos casos, as igrejas não conseguem educar os jovens em profundidade suficiente. Uma fé superficial deixa adolescentes e jovens adultos com uma lista de crenças vagas e uma desconexão entre a fé e a vida diária. Como resultado, muitos jovens consideram o cristianismo chato e irrelevante.
    No final do livro, Kinnaman fornece recomendações para conter a perda de tantos jovens. É necessária, segundo ele, uma mudança na maneira como as gerações mais velhas encaram as gerações mais jovens.
    Kinnaman pede ainda a redescoberta do conceito teológico de vocação, para se promover nos jovens uma consideração mais profunda sobre o que Deus quer deles.
    Finalmente, o autor destaca a necessidade de enfatizar mais a sabedoria do que a informação. "A sabedoria significa a capacidade de se relacionar bem com Deus, com os outros e com a cultura".
http://www.zenit.org/article-29296?l=portuguese
O MUNDO VISTO DE ROMA


Texto enviado por Tamires Vieira
Coordenadora do Ministério de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova

Ensinamento da Palavra – Como é bom ser um filho de Deus

    Muitas vezes nós, como cristãos, carregamos conosco a certeza de que somos filhos de Deus, pois O chamamos de Pai, já que fomos criados por Ele. Mas o que na maioria das vezes esquecemos é a profundidade do “ser um filho de Deus”, pois há um significado muito maior do que o citado anteriormente.
    A nossa reflexão de hoje é exatamente sobre esse profundo sentido, que em apenas três versículos é muito bem explicado em I Jo 3, 1-3. Mas antes de iniciar a leitura da passagem, deixe que o Senhor comece a agir dentro de você, abrindo seu coração para entender o que Ele quer dizer com a Palavra.
    No início da leitura, São João já pede que reflitamos sobre o tamanho do amor que o Senhor tem com cada um de nós, já que somos chamados de filhos de Deus. Então pensemos um pouco sobre isso: Na nossa realidade, não é qualquer pessoa que chama a outra de filho...para que isso aconteça, é preciso que haja uma intimidade entre as pessoas e também é preciso que elas se amem. Se entre nós, que somos humanos, não é qualquer um que se chama de filho, imagine só o tamanho do Amor que Deus tem por cada um de nós, que Ele SEMPRE insiste em chamar de filhos...
    Continuando, a passagem vem nos mostrar que o mundo não nos conhece porque também não conhece a Deus, ou seja, como somos chamados a assumir o papel de filhos do Pai, acabamos nos tornando diferentes daquilo que o mundo é e essa diferença acaba fazendo com que o mundo não nos conheça, pois somos filhos do Céu. Esse mundo nada mais é do que uma passagem, a nossa verdadeira morada é o céu, na vida eterna!!!
    E São João vem dizer que ainda não foi manifestado em nós o que seremos, mesmo já sendo filhos de Deus, pois não O vimos face-a-face, mas quando isso acontecer, nos tornaremos semelhantes a Ele, pois como todo bom filho, seremos bem parecidos com nosso Pai.
    Já no último versículo, uma lição importante é deixada para nós: se depositamos a nossa esperança no Senhor, devemos sempre buscar nos purificar, para que possamos parecer mais com Ele, que é puro. É simples de entender, pois se queremos parecer a cada dia mais com nosso Pai, é preciso fugir do pecado e de tudo aquilo que nos “suja”, que são várias coisas que o próprio mundo nos apresenta como interessantes e boas para a nossa vida.
    Encerrando essa breve meditação, lembro do refrão daquela música bem animada que sempre cantamos entre irmãos: “QUE MARAVILHA É SER UM FILHO DE DEUS!!!”

    Que a Palavra do Senhor nos torne a cada dia mais íntimos do nosso Pai!!!

Emílio Júnior
Ministro de Pregação do Grupo de Oração Vida Nova