segunda-feira, 8 de julho de 2013

Adão e Eva existiram de verdade?

Entendendo os primeiros capítulos da Bíblia
Esta é uma pergunta que muitos católicos fazem. O Gênesis, em seus três primeiros capítulos, usa de linguagem figurada para revelar verdades religiosas, não científicas ou históricas. Em resumo, a Bíblia quer nos ensinar apenas o seguinte:

1) Deus criou o ser humano, homem e mulher, podendo ter utilizado a evolução da matéria preexistente até chegar ao grau de complexidade do corpo humano;

2) O Senhor concedeu aos primeiros pais graças espirituais especiais: "justiça original" (harmonia consigo, com a mulher, com a natureza e com Deus), e "estado de santidade" (comunhão profunda com Deus, participação da vida divina), dons preter naturais (não sofrer, morrer, ciência infusa, etc).

3) O Criador indicou aos primeiros pais um modelo de vida, figurado pela proibição de comer a fruta da árvore da ciência do bem e do mal. Isso significava que o homem não deveria ser "o árbitro do bem e do mal", e já que foi elevado à especial comunhão com Deus, devia comportar-se não simplesmente de acordo com seu bom senso ou suas intuições racionais, mas segundo às normas correspondentes de sua dignidade de filho de Deus;

4) O homem, por soberba e desobediência, disse não a esse modelo de vida e ao convite do Criador, perdendo assim o "estado de santidade" e de "justiça original". Desta forma, o sofrimento e morte entraram no mundo por causa do pecado original; isto levou São Paulo a dizer que "o salário do pecado é a morte" (Rom 6, 23).

Não é preciso exagerar a perfeição do estado primitivo da humanidade por causa dos dons preter naturais, e da " justiça original". Foi um estado belo, mas do ponto de vista religioso e moral apenas, não sob o aspecto da civilização ou da cultura.


Os primeiros homens de que fala o Gênesis, podem muito bem ter sido rudimentares como mostram os indícios dos fósseis da pré-história. As idéias religiosas de Adão poderão ter sido puras, mas sob a forma de intuições concretas como dos povos primitivos e das crianças; não se tratava de altos conhecimentos teológicos.

Adão (= Adam, homem) e Eva (=Mãe dos viventes) representam o ser humano criado por Deus. São tão reais quanto é real o gênero humano. Deus se apresentou ao homem nas suas origens, ao homem real e não a um ser fictício. Eles existiram de fato; foram os primeiros seres humanos que receberam de Deus uma alma imortal.

Por outro lado, Adão e Eva não são nomes próprios como João, Pedro, Maria o são. Então, não necessariamente representam apenas o primeiro casal de humanos, mas os primeiros humanos. São nomes de origem hebraica que significam apenas "homem" e "mulher". Por isso, a Igreja deixa para o estudo dos cientistas mostrar como os seres humanos surgiram trazidos por Deus; se de apenas um casal (monogenismo) ou de vários casais de um mesmo tronco (poligenismo). O que a Igreja não aceita é que a humanidade tenha surgido, ao mesmo tempo, de vários troncos, em lugares diferentes.

Professor Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Resiliência....


Paz e unção amados irmãos! Cada passo na fé é a certeza que somos mais que vencedores. Uma nova história que nos levará a refletir sobre os obstáculos do dia-a-dia. Por isso, não desista, acredite você nasceu para vencer!!!

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.


O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente e avaliou a situação. Certificando-se de que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.
Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente, conseguiu sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.
Se você estiver “lá embaixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, já certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você terra da incompreensão, da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se desse cavalo. Não aceite a terra que cai sobre você. Sacuda-a e suba sobre ela. E, quanto mais terra, mais você vai subindo… subindo… subindo, e aprendendo a sair do poço.


Somos mais que vencedores!!!!!!

Colaboração, Edla 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Renunciai somente aquilo que não pertence a Deus, pois: Aonde iremos nós? Só Tú Senhor tens palavras de vida e amor.


Olá amigos e irmãos que sempre visitam o nosso Blog do Ministério de pregação. Na nossa conversa de hoje, convido-te a prestar atenção ao título deste texto. E aí, deu pra perceber que um trecho do título foi inspirado no refrão de uma belíssima música de comunhão? 

            Então, vamos dialogar um pouquinho?

            Olha amigos, venho por meio desta simples postagem dirigir-me a todos os irmãos de caminhada que passam por alguma dificuldade, e que quando o “calo aperta”, a “coisa fica feia ou difícil”, permiti-se, desculpe o termo, “deixar-se ser inspirado pelo mal”.

            Caso eu esteja errado, peço que se sintam à vontade pra expressar sua opinião, (postando no comentário).

            Você não acha super estranho uma realidade que se torna constante em nossas vidas? É sempre aquela “velha” questão, pensamento ou sentimento. Faço-te uma simples pergunta e sei que concordará com minha pequenina, porém óbvia resposta.  Pergunto e vejam se não tenho razão!


Diante de um sofrimento, uma derrota, o desânimo, o abatimento, a incerteza, falta de fé, a falta de tempo pra descansar, sentimento de tristeza, desespero, dentre outros fatores que aparecem para nos atormentar, qual é o mais provável, possível e até mesmo óbvio sentimento que surge em nosso coração em relação ao nosso serviço ou Ministério na Igreja ou Grupo de oração? Com certeza irmãos é o sentimento de desistência, o desejo e vontade de abandonar tudo e todos, jogar tudo pro alto e buscar outros caminhos, (que com certeza não são os caminhos do Senhor).

            Agora, te faço outra pergunta, sei que você irá tirar nota 10 na resposta.

            Em sua opinião, quem é o autor de todos estes sentimentos maus?

            - É esse mesmo, que você pensou!

            - É o próprio demônio, o sujo, o maléfico, aquele que não dorme nem descansa nenhum segundo a fim de elaborar diversos planos que tenham êxito em nos afastar de Deus.

            O mais lamentável de tudo, é que na maioria das vezes, ele vem conseguindo concretizar seus planos. Quantos e tantos amigos e irmãos nossos de caminhada, em meio à falta de tempo, dificuldades, angustia, dentre outros, porém que permeada pela falta de fé, de doação, pela falta de oração pessoal, da confissão e comunhão, escolheram “resolver seus problemas”, abandonando o serviço ou Ministério ao qual foi chamado por Deus e até mesmo abandonar também a santa Igreja Católica, sem participar nem se quer das missas. 


 É triste este fato!!! Muitos de nós alegamos que falta tempo pra tudo! Tá certo, a vida é muito corrida, é difícil conciliar trabalho, namoro ou matrimônio, estudo e serviço ao Senhor, para isso, é preciso muita renúncia daquilo que mais gostamos, porém, sem querer criticar, mas só aconselhar, se eu alego que não tenho tempo pra mais nada, é justo eu optar em querer cortar da minha vida o tempo que é destinado às coisas de Deus? Sendo que na maioria das vezes se eu abandono os átrios do Senhor, também corro o risco de abandonar o próprio Senhor?

            Creio que se eu não tenho tempo para participar das coisas ou átrios do Senhor que são com muito esforço, preocupação e amor organizados pelos fieis da nossa Santa Igreja, provavelmente não terei tempo também em praticar minha fé em casa. Contudo, não terei mais tempo de fazer minha oração pessoal (diária).

            E o terço? Terei tempo em recitá-lo todos os dias? Creio irmãos, que provavelmente não, pois se tomo a decisão de deixar de servir ao Senhor por falta de tempo, possivelmente, não terei mais tempo pra Ele, “pennnnnnse”, como o mal se aproveitará desta decisão pra agir, confundir e atormentar ainda mais as nossas vidas, afastando-nos cada vez mais de Deus!!!

            Lamentável como diante de uma decisão ser tomada visando solucionar a falta de tempo em nossas vidas, como sempre buscamos resolver esta situação, constantemente direcionando nossas escolhas e renúncias voltadas a aquilo que é de Deus.


 Por que será que sempre é mais fácil deixar as coisas de Deus de lado e não às coisas do mundo ou atividades sociais que podem facilmente serem deixadas ou esquecidas por tempo determinado, sem acrescentar ou diminuir em nada nossa qualidade de vida, ou seja, fazer falta alguma em nossas vidas? Com certeza o mal está investindo pesado a fim distorcer nossas escolhas de vida, e vida em Deus.

            Infelizmente é comum ver pessoas ou até mesmo servos deixando de servir, de ir para a missa, terços, adorações, Grupo de oração, mas estes (sem querer julgar), não são capazes de renunciar por amor a Deus, as constantes partidas futebol (as quais ocupam mais de 3 ou 4 horas do seu tempo), os Games, a internet, festas, dentre outros.... Mas, fazer o quê, como sempre, por inspiração maléfica, fica mais fácil renunciar aquilo que “pode está ocupando um pouco das minhas 24h diárias: As coisas de Deus”. “Difíííííííícil”, né irmãos, doar a Jesus 1h e pouco das nossas vidas na participação da Santa Missa, Grupo de oração, ou terços, ou adoração!!!

            Então irmãos e irmãs que atualmente estão diante de uma decisão a ser tomada: A infeliz decisão de abandonar o serviço do Senhor.  Clame forças a Deus, peça que Ele aumente sua fé e tome como inspiração a sábia resposta de Pedro que inspirado pelo Espírito diante da pergunta feita por Jesus qual indagava se ele também não iria seguir aqueles que O abandonaram, respondeu:

            Para onde irei senhor, só Tú tens palavras de vida eterna.

            Valerá à pena abandonar o caminho do Senhor e se lançar nos caminhos do mundo? Com certeza não, pois somente Jesus é o caminho, a verdade e a vida, nos conduzindo no caminho da salvação. Tá difícil caminhar? Recomece tudo de novo!!! Busque o primeiro amor e veja como é bom seguir o nosso Senhor, valerá à pena, pois com plena certeza: Nossa meta é o Céu.


Autor: Nildo Martins






terça-feira, 23 de abril de 2013

O que a correria pode nos causar: Peça a Deus o equilíbrio!!!!!


Olá amados irmãos! Como pensar a correria diária e ainda cuidar do nosso tempo com Deus? Está é a proposta desta nova postagem, levar a reflexão sobre a rotina diária através das palavras sábias do Padre Joãozinho, SCJ.

“Encontro muitas pessoas que me perguntam: “E aí, padre, correndo muito?”. No começo, eu sentia a obrigação de fazer um relatório completo das mil e uma atividades que me roubavam preciosas horas de sono e ocupavam minha escrivaninha com montes e montes de pastas a considerar e agendas que eu deveria cumprir. Aos poucos, fui percebendo que a sociedade moderna está doente da síndrome da dispersão. Sim, já virou doença. O estresse e a depressão são apenas sintomas dessa causa mais profunda.
Até o que seria um momento de lazer torna-se estressante naquele trânsito parado na descida ou na subida da serra, na padaria que não dá conta dos clientes de fim de semana ou na corrida por aquele pequeno lugar da disputada praia. Estamos doentes. As igrejas multiplicam pastorais e movimentos, nos quais, necessariamente, os cristãos devem estar engajados. Tudo bem. Mas acontece que muitos pertencem a duas, três e até quatro pastorais e simplesmente vivem a semana toda na igreja, muito mais do que com suas próprias famílias. 
Padres resolvem serem políticos e médicos pretendem serem gurus; psicólogos querem ser sacerdotes e políticos imaginam ser “deuses”.

Todos sentem a obrigação de saber quase nada sobre quase tudo. A superficialidade é filha primogênita da dispersão. Fazemos um amontoado de coisas sem qualidade. Somos obrigados a atingir metas de qualidade total... Ou seria de quantidade total?! Nesse caminho, a modernidade enlouquecerá.

Vamos acelerando o carro e, quando percebemos, já passamos, e muito, da velocidade máxima permitida. Reduzir para os 100 quilômetros por hora chega a ser frustrante para aquele que está contaminado pela “síndrome da dispersão”. Parar, então, é simplesmente uma tortura. A ausência da adrenalina pode provocar até doenças físicas. Pasme: estamos 
viciados em trabalho, perigo e violência. O refrão dessa tragédia é sempre o mesmo: não tenho tempo, não tenho tempo, não tenho tempo! Esta é a cantilena que escutam filhos carentes, namoradas com saudades, esposas e maridos, aquela vovó que espera ansiosa a visita de seus filhos e netos.

Sei que estou sendo radical, mas também sei que apenas uma surra da vida costuma tornar possível a cura da síndrome da dispersão. Existem os que ficam realmente doentes e procuram um médico. O problema é que muitos profissionais da saúde têm a mesma doença e resolvem seu próprio problema receitando, irresponsavelmente, uma quantidade enorme de medicamentos que irão tapar o sol com a peneira. É o milagre instantâneo provocado por medicações recentes. Mas sabemos que administrar essa medicação exige criar condições para que o paciente mude suas condições de vida. O terapeuta também deverá ser “paciente”.

Refleti muito sobre a raiz mais profunda dessa síndrome e percebi que é aquele mesmo desejo humano relatado já nas primeiras páginas da 
Bíblia e que originou os outros pecados: “Vós sereis deuses”.

Deixe Deus ser Deus. Somos apenas humanos, feitos de terra e um sopro; somos frágeis. Os sábios não sabem tudo nem fazem tudo, mas saboreiam aquilo que fazem. Sabedoria é saber com sabor. Faça poucas coisas, mas as faça bem.
Teresinha do Menino Jesus, santa das pequenas coisas, rogai por nós! 


Colaboração Edla





sexta-feira, 19 de abril de 2013

Nova evangelização


“O mundo de hoje não necessita de um novo Evangelho, mas de uma nova evangelização com o poder do Espírito Santo.“
Estas palavras foram extraídas do livro “Jesus é o Messias” do Pe. Emiliano Tardif e José H. Prado Flores. Livro o qual me impulsionou a presente meditação.
Como anunciar o Evangelho em um mundo moderno materialmente e ao mesmo tempo tão carente espiritualmente? Em um mundo onde as pessoas têm cada vez mais desistido de trilhar pelos caminhos da verdade. Verdade que tem sido ofuscada pelas cegueiras causadas pelo pecado que nos afastam de Deus. Quantos não têm por aí que pensam “quanta balela ouvir pregações e sermões que dizem sempre a mesma coisa. Quanta perda de tempo, o bom mesmo é aproveitar a vida!”
Meus irmãos, como atrair a atenção de pessoas assim para o anúncio do Evangelho se há tantas seduções mais atraentes ao ser humano na face da terra? Como alcançar uma juventude tão dispersa e aliciada por tantas dissimulações de felicidade? Por tantas fraudes de amor? Como enfrentar um inimigo com tantas armas espalhadas pelas ruas, pela tecnologia, pelas drogas, pela promiscuidade, pela concupiscência e tantos outros vícios?
A Palavra de Deus é a mesma ontem, hoje e sempre, mas as pessoas querem mais, estão insaciáveis, mas buscam satisfazer-se com o que há de mais superficial, com o momentâneo, buscam a variação de estilos e a metamorfose de tudo em volta. É muito mais encantador viver os prazeres da carne do que ficar ouvindo sobre salvação da alma. Certo? Errado!
A criatura/obra só se concluí quando acolhe a vontade de seu criador. O ser humano é saciável sim, mas de um alimento muito mais profundo do que ele é capaz de compreender. Deus.
Quem disse que ser cristão é “caretisse”? Quem disse que ser Igreja é ser velho, retrógrado? Ser radical é fazer diferente, é ser diferente, não é moleza muito menos “mesmisse”. Que o digam aqueles que assumiram o desafio de evangelizar, estes sim sabem bem a aventura que se meteram.
Sim, mas então como evangelizar os jovens de hoje? Como tornar vivo o Evangelho se tem tantas armadilhas espalhadas no mundo que o fazem se tornar “morto”?
Tem pessoas que creem que a solução é apresentar um novo Cristo, um novo Evangelho para ver se chama à atenção por sua contemporaneidade. É para rir. Veja o que diz São Paulo:
“ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro Evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema”. (Gl 1, 8-9)
Assim, volto então à afirmação introdutória desta meditação: “o mundo de hoje não necessita de um novo Evangelho, mas de uma nova evangelização com o poder do Espírito Santo”.
Precisamos como evangelizadores assumir o desafio de uma evangelização nova. O hoje beato João Paulo II nos ensina três aspectos nos quais a evangelização deve ser nova: nova em seu ardor, nova em seus métodos e nova em sua expressão.
Notemos que não é nova em seu conteúdo, pois não existe outro Evangelho senão o anunciado pelo próprio Jesus e repetido pelos apóstolos.
Como ministros da pregação, anunciadores da Boa Nova precisamos arder pelo Evangelho! Que haja um fogo aceso em nós como em Jeremias, que nos impulsione a evangelizar a tempo e contratempo.
Nova em seus métodos. O método é o caminho pedagógico para anunciar o Evangelho. Temos assim o Querigma e a Catequese. O Querigma é o Primeiro Anúncio, proclamar Jesus Vivo, Senhor, Salvador e Messias! Vejamos algumas pregações querigmáticas dos apóstolos. (Ato 2, 14-39; 3,12-26; 4,9-12; 5,29-32; 13,16-41). Não se fala, pois, de uma doutrina ou algo parecido, mas de uma pessoa, de Jesus Cristo!
A catequese deve vir por acompanhamento para dar abundantes frutos do anúncio querigmático, deve vir, portanto, sempre depois do Querigma para que a fé cresça e haja a conversão dos pecadores. Não pode ser mera informação teológica ou doutrinaria, é necessário que o Espírito Santo forme a imagem de Cristo em nós. Não podemos construir uma fé sem a devida solidez e isso só é possível com a devida formação.
Por fim, uma evangelização nova em sua expressão. Para isso, devemos olhar fixamente Jesus Cristo para aprender como Ele transmitia a Boa Nova da salvação. Jesus sempre ensinou o Evangelho de maneira muito simples, próximo da compreensão das pessoas, através de parábolas para facilitar o entendimento dos menos doutrinados, através do conhecimento da Palavra nos discursos com sumos sacerdotes e intelectuais da época.
Jesus é testemunho, é Palavra Viva! Testemunhar é viver a Palavra de Deus. Testemunho e anúncio da Palavra devem andar juntos, eis a verdadeira expressão.
Com toda essa reflexão, não podemos ficar esperando que as pessoas venham até nós, devemos buscar novas formas de pregar o Evangelho e não esperarmos um novo Evangelho. Devemos nos inquietar com a tibieza espiritual que aflige as pessoas e as cegueiras que têm afastado o homem de Deus. Não podemos ficar inertes ou indiferentes.
Coloquemos mochilas nas costas, cajado na mão, força na voz e vamos à uma missão evangelizadora nova. Como escreveu Pe. Emiliano, “não basta pregarmos como sempre fizemos, é necessário mais”. Anunciar todo o Evangelho para todas as criaturas!

Por Obderan




segunda-feira, 8 de abril de 2013

BASTA UM SORRISO


Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada. Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou ao velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.


 O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu- lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! E ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro. Quando começou a escurecer o menino estava cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço ao velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.
- “O que você fez hoje que te deixou tão feliz”?
Ele respondeu:
- “Passei à tarde com Deus”
E acrescentou…
- “Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi”.


Enquanto isso, o velhinho chegou a casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:
- “Por onde você esteve que está tão feliz?”.
Ele respondeu: “Comi pasteis e tomei guaraná no parque com Deus”.
Antes que seu filho pudesse dizer algo falou:
- “Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?”.

NUNCA SUBESTIME A FORÇA DE UM SORRISO, O PODER DE UMA PALAVRA, DE UM OUVIDO PARA OUVIR, UM HONESTO ELOGIO, OU ATÉ O MENOR ATO DE CARINHO. TUDO ISSO TEM O POTENCIAL DE FAZER VIRAR UMA VIDA.

Colaboração: Edla



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Você é inestimável para aqueles que te amam




Um conhecido professor começou sua palestra segurando uma nota de vinte dólares ($ 20), numa sala com duzentas pessoas. Ele perguntou: “Quem gostaria de ganhar esta nota de vinte dólares?” Mãos começaram a se levantar.
                   



O professor disse: “Eu vou dar a esta nota de vinte dólares a um de vocês, mas em primeiro lugar, deixe-me fazer isso. “Ele começou a amassar o papel. Ele perguntou: “Quem ainda a quer?” Ainda muitas mãos se levantaram.
“Bem, se eu fizer isso?” Ele jogou a nota no chão e começou a pisá-la com seu sapato. Ele pegou-a, agora amassada e suja e perguntou: “Quem ainda quer?” Ainda assim as mãos se levantaram no ar.
Meus amigos, nós todos aprendemos uma lição muito valiosa. Não importa o que foi feito com a nota, ela ainda era desejada por muitos, porque não houve redução no valor. Ela ainda vale vinte dólares.
Muitas vezes em nossas vidas, nós somos ignorados, amassados e moídos na sujeira, que são as decisões que tomamos e as circunstâncias que vêm em nosso caminho. Nós podemos nos sentir como se estivéssemos sem valor e inúteis.

Mas não importa o que aconteceu ou vai acontecer, você nunca perderá o seu valor: sujo ou limpo, totalmente amassado ou levemente enrugado, você ainda é inestimável para aqueles que te amam. E LEMBRE-SE SEMPRE SÓ DEUS BASTA!!!

Colaboração: Edla